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Letargia
(com as rimas copiadas de um amigo)
Em um bem viver, alegria aparente,
rosto por sorrir sem despir sua mente,
vã felicidade etérea e vulnerável,
em um colorido aguado e lastimável.
Gente por berrar que não é não uns doentes,
querendo mostrar-me que tudo cá em frente
não é a obsessão a consumir destrutível
tudo que for real, merencório e amável.
Veja os anormais no mentir que sufoca
cada sentimento a aparência os destrói,
nessa vã alegria falsa e inacabada.
Ver essas pessoas infelizes me toca,
jamais vão sentir um amor que dói,
jamais vão sofrer, pois não sentem mais nada...
Tens um blog muito bom, que merece ser visto com calma... Para começar, este soneto e esta fotografia têm uma força incrível, um convite a pensar no tempo que, sem pedir licença, sempre passa...
ResponderExcluirAbraços!
um lindo soneto, uma realidade sombria.
ResponderExcluirBlog Suicide Virgin